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<title>O abismo negro de sonhos esquecidos</title>
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<description>&quot;O ABISMO NEGRO DE SONHOS ESQUECIDOS&quot;...
Escuros têm sido os meus dias. Cicatrizes imperceptíveis deram à costa novamente. Rasgam-se nas rochas e choram pelo passado que voltou. 
&quot;O ABISMO NEGRO&quot; ... um blog que é isto, mas que é também muito mais... 
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<title>...</title>
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<title>OS POEMAS DA MINHA VIDA- 2ª SÉRIE (2)</title>
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<description>Deixo-vos com mais uma escolha de Diogo Freitas do Amaral. Desta vez só uma: o recordar de um poeta de referência do século XIX. Uma das vozes do Romantismo: Almeida Garrett. AS MINHAS ASAS Eu tinha umas asas brancas, Asas que um anjo me deu, Que, em me eu cansando da terra, Batia-as, voava ao céu. - Eram brancas, brancas, brancas, Como as do anjo que mas deu: Eu inocente como elas, Por isso voava ao céu. Veio a cobiça da terra, Vinha para me tentar; Por seus montes de tesouros Minhas asas não quis dar. - Veio a ambição,...</description>
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<title>OS POEMAS DA MINHA VIDA- 2ª SÉRIE (1)</title>
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<description>Inicio esta 2ª série de edições de poemas da colecção &quot;Os poemas da minha vida&quot;, lançada pelo jornal &quot;Público&quot;, com um conjunto de escolhas feitas por Diogo Freitas do Amaral, actual Ministro dos Negócios Estrangeiros. Do prefácio a esta edição (que é já a 2ª), extraio as seguintes palavras: &quot;Interpretando à letra o mote desta colecção- &quot;os poemas da minha vida&quot;-, não tive qualquer preocupação em seleccionar os melhores poemas, ou os mais representativos, ou os mais louvados pelos especialistas, antes me norteou o propósito, puramente subjectivo, de escolher simplesmente as poesias de que mais gosto. Quer dizer: as que...</description>
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<title>UMA HISTÓRIA</title>
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<description>Quanto ao segundo texto, eis a minha escolha: Uma história. Nem sempre nos conseguimos lembrar daquilo que um dia nos deu um sorriso, e muito menos daquilo que o roubou do nosso rosto. A minha voz está rouca, sinto como um silêncio de ausência, não há vontade de falar. Cerro os dentes e os punhos e procuro o grito, mas fico em silêncio. Apetece-me um cigarro, mas não adianta procurar nos bolsos do casaco ou nos bolsos das calças. Eu e o tabaco zangámo-nos e cortámos relações. No entanto não o consigo esquecer. Sabia-me bem entupir-me de fumo, sentir o...</description>
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<title>PORTAS PARA OUTRO LADO...</title>
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<description>Porque hoje é o dia de nos despedirmos do Luís, deixo-vos com mais dois textos da sua autoria. Este primeiro chamou-me de imediato a atenção assim que o li: pelo que é no seu conjunto e por cada particular (metafórico) que o vai enriquecendo e particularizando mais e mais. O impacto foi imediato. Leiam agora vocês: Numas mãos ensanguentadas, um prazer quente de te ver morrer, de ver como os teus olhos ficam secos e suspensos no último rosto que irás ver, o meu. A tua morte entrelaçada nos meus dedos cheira a medo, mistura-se com o teu perfume a...</description>
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<title>PENSATEMPOS</title>
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<description> Caros colegas: Este ser híbrido que faço por ser - biólogo e escritor - me tem trazido pouco rendimento em termos de currículo académico e científico (sou hoje, por desejo assumido, uma verdadeira desautoridade científica). Essa condição, porém me tem trazido outras gratificações. O ser de um continente que ainda escuta (África está disponível para conversar até com os mortos) me trouxe um estar mais atento a essas outras coisas que parecem estar para além da ciência. Não temos que acreditar nessas &quot;outras coisas&quot;. Temos apenas que estar disponíveis. E faço aqui, em família, uma confissão: me entristece o...</description>
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<title>O GUARDADOR DE REBANHOS (5)</title>
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<description> XXX Se quiserem que eu tenha um misticismo, está bem, tenho-o. Sou místico, mas só com o corpo. A minha alma é simples e não pensa. O meu misticismo é não querer saber. É viver e não pensar nisso. Não sei o que é a Natureza: canto-a. Vivo no cimo dum outeiro Numa casa caiada e sozinha, E essa é a minha definição. XXXI Se às vezes digo que as flores sorriem E se eu disser que os rios cantam, Não é porque eu julgue que há sorrisos nas flores E cantos no correr dos rios... É porque assim...</description>
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<title>O GUARDADOR DE REBANHOS (4)</title>
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<description> XXI Se eu pudesse trincar a terra toda E sentir-lhe um paladar, E se a terra fosse uma cousa para trincar Seria mais feliz um momento... Mas eu nem sempre quero ser feliz. É preciso ser de vez em quando infeliz Para se poder ser natural... Nem tudo é dias de sol, E a chuva, quando falta muito, pede-se. Por isso tomo a infelicidade com a felicidade Naturalmente, como quem não estranha Que haja montanhas e planícies E que haja rochedos e erva... O que é preciso é ser-se natural e calmo Na felicidade ou na infelicidade, Sentir como...</description>
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<title>O GUARDADOR DE REBANHOS (3)</title>
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<description> VII Da minha aldeia vejo quanto da terra se pode ver o universo... Por isso a minha aldeia é tão grande como outra terra qualquer, Porque eu sou do tamanho do que vejo E não do tamanho da minha altura... Nas cidades a vida é mais pequena Que aqui na minha casa no cimo deste outeiro. Na cidade as grandes casas fecham a vista à chave, Escondem o horizonte, empurram o nosso olhar para longe de todo o céu, Tornam-nos pequenos porque nos tiram o que os nossos olhos nos podem dar, E tornam-nos pobres porque a nossa única...</description>
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<title>O GUARDADOR DE REBANHOS (2)</title>
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<description> V Há metafísica bastante em não pensar em nada. O que penso eu do mundo? Sei lá o que penso do mundo! Se eu adoecesse pensaria nisso. Que ideia tenho eu das cousas? Que opinião tenho sobre as causas e os efeitos? Que tenho eu meditado sobre Deus e a alma E sobre a criação do mundo? Não sei. Para mim pensar nisso é fechar os olhos E não pensar. É correr as cortinas Da minha janela (mas ela não tem cortinas). O mistério das cousas? Sei lá o que é mistério! O único mistério é haver quem pense...</description>
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<title>O GUARDADOR DE REBANHOS (1)</title>
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<description>Inicio hoje a edição de alguns dos poemas que compõem a obra &quot;O guardador de rebanhos&quot; de Alberto Caeiro. Os poemas apresentados justificam-se pela preferência que tiveram da minha parte e pela vontade de a partilhar convosco. Claro que, independentemente da selecção por mim efectuada, tal não deve excluir a leitura da totalidade dos poemas, todos, de uma grande qualidade. Inicio, então da seguinte forma: I Eu nunca guardei rebanhos, Mas é como se os guardasse. Minha alma é como um pastor, Conhece o vento e o sol E anda pela mão das Estações A seguir e a olhar. Toda...</description>
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<title>A METADE PERDIDA DE NÓS PRÓPRIOS</title>
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<description>Como segunda re-edição um outro excerto de &quot;A insustentável leveza do ser&quot; de Milan Kundera. Amar (determinado tipo de Amor) é o tema. Mas também, o reencontro connosco próprios, no âmbito de uma essência (naturalmente) rica e complexa. [Tomas] Lembrou-se do célebre mito do Banquete de Platão: dantes, em tempos muito recuados, os humanos eram hermafroditas e Deus separou-os em duas metades, que, desde então, erram pelo mundo à procura uma da outra. Amar é desejar essa metade perdida de nós próprios. Admitamos que assim seja; que cada um de nós tenha algures no mundo um par com o qual...</description>
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<dc:date>2005-05-24T21:02:56+00:00</dc:date>
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<title><![CDATA[OS <i>PLENOS</i> QUE NÃO AJUDAM]]></title>
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<description>Regresso com uma re-edição. Uma re-edição de um excerto de uma obra de Oscar Wilde. Um excerto que certamente espelhará muitos de nós, em particular, o que pensamos, testemunhamos ou mesmo vivemos. Mais ou menos, é certo. Mas espelhará. E porque assim é, vejamos: A moral não me ajuda. Nasci antinomista. Sou dos que foram feitos para as excepções, não para as leis. Mas enquanto vejo que nada há de mal naquilo que se faz, vejo que há qualquer coisa de errado naquilo em que nos tornamos. Ainda bem que o aprendi. A religião não me ajuda. A fé que...</description>
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<title>OS POEMAS DA MINHA VIDA (3)</title>
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<description>O poema de hoje é da autoria de David Mourão-Ferreira. O poema que escolhi para concluir esta primeira exposição de poemas relevantes na vida de outros (neste caso, de Mário Soares) e, de certa forma, também na minha. Apreciem-no pois a sua mensagem só mas só o justifica. PRESÍDIO Nem todo o corpo é carne... Não, nem todo. Que dizer do pescoço, às vezes mármore, às vezes linho, lago, tronco de árvore, nuvem, ou ave, ao tacto sempre pouco...? E o ventre, inconsistente como o lodo?... E o morno gradeamento dos teus braços? Não, meu amor... Nem todo o corpo...</description>
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<title>OS POEMAS DA MINHA VIDA (2)</title>
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<description>Deixo-vos com mais três poetas/três poemas seleccionados por Mário Soares e que me agradaram particularmente: A HISTÓRIA DA MORAL Você tem-me cavalgado, seu safado! Você tem-me cavalgado, mas nem por isso me pôs a pensar como você. Que uma coisa pensa o cavalo; outra quem está a montá-lo. (Alexandre O&apos; Neill- 1924-1986) LIVRO DE HORAS Aqui, diante de mim, Eu, pecador, me confesso De ser assim como sou. Me confesso o bom e o mau Que vão ao leme da nau Nesta deriva em que vou. Me confesso Possesso Das virtudes teologais, Que são três, E dos pecados mortais, Que...</description>
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