Caso gostem de Teatro e particularmente de Sarah Kane e Albert Camus passem pelo meu blog "Um pouco de Teatro", dado durante este mês de Outubro eu ter editado excertos das suas peças: da Sarah todas, de Camus algumas. Em baixo deixo-vos a apresentação que fiz de ambos antes da apresentação dos excertos. Se ainda não foram, dêem lá um salto. Suspeitosamente digo que vale a pena.
Quanto às apresentações:
Sarah Kane nasceu em Londres a 3 de Fevereiro de 1971. Filha de jornalistas, começou a escrever muito cedo. O seu primeiro conto surgiu quando tinha 7 anos de idade. Mais tarde, em termos de prosseguimento de estudos, Sarah envereda pelo Curso de Teatro, sendo hoje uma referência na/da dramaturgia britânica.
Pelas características das suas peças, a controvérsia em Inglaterra foi uma realidade. Sarah não passava despercebida. Tal, não poderia acontecer, atendendo às abordagens que fazia da realidade. Sarah chocava. Sarah era muito crua. Sarah não procurava atenuar os males, nem esconder as deficiências. Sarah tratava tudo com muita intensidade e as representações dos seus textos traduziam/traduzem isso mesmo.
Sarah Kane suicidou-se a 20 de Fevereiro de 1999, deixando escritas 5 peças:
- Blasted (Ruínas)
- Phaedra's Love (O Amor de Fedra)
- Cleansed (Purificados)
- Crave (Falta)
- 4.48 Psychosis (4.48 Psicose)

Albert Camus (1913-1960) é, para mim, uma referência da literatura francesa e mundial. Mas é também uma referência ao nível do Teatro, em particular, pelo trabalho desenvolvido na escrita e tradução de peças, assim como na adaptação de textos em prosa para efeitos de representação.
É, pois, tendo em conta todo este trabalho, aliado que esteve ao seu próprio pensamento de cariz existencialista, que editarei excertos de peças que escreveu e adaptou. E neste âmbito refiro-me a:
- "Calígula"
- "O equívoco"
- "Os possessos" (adaptação da obra de Dostoiévski)
Fica aqui o chamariz. Independentemente de aqui no Void já ter editado excertos de peças de ambos os autores, nunca é demais fazer referência a elas, até para quem não leu. Assim sendo, apareçam pelo meu outro palco. Encontramo-nos lá!