
Escuto o cair da água, límpida e cristalina, vinda do deserto; vejo um mar de rosas oriundo de profundos e cruéis espinhos; balbucio doces e suaves palavras no cair de uma noite tempestuosa e abismática; acaricio afavelmente o teu pensamento frio e distante e sinto o leve e gentil toque dos meus sentimentos que repousam na dúvida e no imprevisível.
(Texto da autoria de Teresa Sousa. Editado, originalmente, em Zen.)
Publicado por void em julho 18, 2004 01:40 PM