julho 17, 2004

PERIFÉRICA

Já disponível para o mercado o nº de Verão da revista:


Conteúdos:

EDITORIAL
(Nº 10- Verão de 2004)

«São rosas, Senhor»

12 INDOMÁVEIS PATIFES

Apresentação dos novos colaboradores e dos convidados

JANELA INDISCRETA

Pinturas de Ricardo Leite

A OESTE NADA DE NOVO

Comentários do trimestre

AS PALAVRAS QUE NUNCA TE DIREI

Fotografias de Miguel Mealha

O PADRINHO

Carta para XXX, de J. Rentes de Carvalho
[ ilustração de Alain Voss ]

OS 400 GOLPES

«Da aparência dos mortos-vivos», por Rui Bebiano
[ ilustração de Francisco Legatheaux ]

LICENÇA PARA MATAR

«Islão: sete reflexões +/– avulsas», por Fernando Gouveia
[ ilustração de Rui Lúcio Carvalho ]

«Está por verificar a compatibilidade entre uma sociedade islâmica sem influência ocidental e os conceitos básicos de Democracia e Direitos Humanos.»QUO VADIS?

«Black Sun: um sui generis lugar ao sol», por Rui Ângelo Araújo

O IMPÉRIO DOS SENTIDOS

«A paisagem viva», por Fredy Massad e Alicia Guerrero Yeste

«O desejo era erigir as suas obras, mas, também, vê-las envelhecer, ganhar rugas: que as árvores cresçam, que as pedras se cubram de musgo, que a obra de arquitectura desenvolva uma vida própria.»O OITAVO PASSAGEIRO

Fotografias de Robert & Shana ParkeHarrison

NO CÉU TUDO É PERFEITO

«Livros, colecções e outros artifícios», por José Ferreira Borges

A LISTA DE SCHINDLER

«A América onírica», por Maria João Cantinho

«Fábula metafísica ou apresentação simbólica de um mundo novo, O Desaparecido contém uma dimensão messiânica inegável [...], na sua íntima articulação entre a literatura e uma felicidade irrecusável, mesmo se a melancolia aperta o seu cerco.»OS CANHÕES DE NAVARONE

«A amizade é bela — e a inimizade enternecedora», por Rui Ângelo Araújo

PULP FICTION

«O riso», por Filipa Melo
[ ilustração de Pedro Vieira ]

«O colchão da Mongólia», por Ondjaki
[ ilustrações de Hugo Muesli ]

«o miúdo, desses na rua, não tinha nome, só atendia pela alcunha imposta: pêcêgê!, assim, tão velozmente dito que às vezes resultava somente em gêtinho, não vale a pena querer pôr correctos portugueses nas falas do miúdo..»«Crónica», por Diana Almeida
[ ilustração de João Pinto ]

«Rasguei o envelope e um canto da carta. no papel espraiava-se a letra angulosa de Dulce. no papel espelhavam-se os sinais estabelecidos: o tempo ao canto superior direito, cinco linhas de intervalo e a fórmula introdutória. "Querido José", querido José, crescia assim meu nome envolto em falso, antigo afecto, por mão dela. onde dormiam os limites da verdade, dobrando-se a mão a jugo falso.»«Círculos», por Florêncio Moniz
[ fotografia de Alberto Monteiro ]

NOS LIMITES DO SILÊNCIO

«Cartografia» (1), por Rikardo Arregi

Dois poemas de Harkaitz Cano


Lançamentos:

- FNAC Almada, 30 de Julho (sexta-feira), 21:30 horas.

- FNAC Colombo, 31 de Julho, 17:00 horas.


Versão electrónica da publicação:

Periférica

Publicado por void em julho 17, 2004 12:47 PM
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