
A ver e a perceber paralelamente aos efeitos especiais:
- GLOBALMENTE
. a intervenção do filme-catástrofe no todo dos EUA, nomeadamente no pós-11 de Setembro
. o assumir do envolvimento na reflexão/debate em torno das problemáticas ambientais.
- ESPECIFICAMENTE:
. o imperativo de ver as relações mundiais de forma contrária, em particular com o pedido de ajuda dos EUA aos vizinhos pobres do sul
. o registo de um Poder que não sabe ouvir, embrenhado que está em interesses de outra ordem (lembremos, por exemplo, a administração Bush que se recusou/recusa a assinar a Convenção de Quioto)
. o congelamanto de parte de um mundo onde se concentra a riqueza e que em função da mesma condiciona, em muito, o destino da outra parte
. a revolta (ou vingança) de um mundo natural de quem dele abusou, destruindo-o ou desequilibrando-o ao nível dos mais variados recursos.
A registar
Os efeitos especiais não visam a mera espectacularidade, antes a transmissão de mensagens. Cada caso procura fazer-nos reflectir sobre algo, do qual, não nos devemos eximir: porque não somos (ou não devemos ser) meros espectadores, porque somos habitantes deste planeta, porque a passividade ou inércia mental mata, mumifica... congela.