
(Fotografia de Paulo Moura)
Não há sol senão o sol que crio,
em artifícios,
se não estás.
Não há artifícios que me salvem
da minha lucidez,
se não estás.
Não há poema que substitua o desejo.
Não há redenção na tua ausência.
Há apenas este corpo de mulher,
exilado de mim,
se não estás.
(Eugênia Fortes-EUGENIAINTHEMEADOW)
[A mesma qualidade de sempre. A obrigatoriedade de visitar o reduto da escrita é cada vez mais uma realidade. Beijo. Sandra]
Pois, não estou eu, é verdade, mas estás tu - que eu bem te vejo aí ao pé do cortinado! eh eh eh
Afixado por: PilantraX em abril 21, 2004 11:13 AMTão lindo...
Tão sentido...
Tão tristemente real...
Parabéns Eugênia.
Este poema é lindo!
Afixado por: Ana em abril 21, 2004 10:14 PMObrigada. À Sandra pelo carinho com que trata os meus poemas. E aos leitores pela gentileza das palavras.
Muito obrigada...