
(Albano Martins)
Somos ainda o limiar - espessa
nuvem embrionária. Verdes,
imaturos crustáceos
emergimos
à superfície grávida
das ondas. Somos
o medo ou sua
improvável renúncia. O que
sabemos do
amor, da morte, é só
difusa,
opaca,
luminosa fábula.
(Albano Martins- ASSIM SÃO AS ALGAS)
Sandra se me permites vou copiar este poema daqui para por no shrine of hypnos:) não conhecia
Afixado por: Ana em março 28, 2004 01:30 PMPedido de autorização não necessário, Ana.
Força! Utiliza o poema para o que quiseres.
:)***
Afixado por: Sandra em março 29, 2004 11:37 AM