
Prisioneira
na ratoeira
da realidade incontida,
chora entristecida
a infeliz visão
de sua cega lamentação.
Na hora do fim,
há momentos assim,
as indeléveis histórias
de curtas memórias
que choram o presente
não seu pertencente
Venham rogar as almas neste vazio enlouquecido,
meus sonhos que perduram esquecidos...