Ninguém sabe....
Afixado por: Morgatha em janeiro 27, 2004 02:02 PMo meu corpo é um lugar possível.
Afixado por: fernando esteves pinto em janeiro 27, 2004 02:06 PMpor vezes não é necessário ir... pois sempre se pode ficar no mesmo local.
Afixado por: Filipe em janeiro 27, 2004 02:53 PMOuviste? O corpo dele é um lugar possível. Um lugar. Possível. Ele receber-te-á com aquela ansiedade hormonal de celibato vencido, com a hirsutez despudorada do falismo adolescente, com a intumescência do sangue gordo a pulsar arremetidas cavas... Ele receber-te-á com uma cintilação de saliva líquida, semelhante àquela que verteu enquanto escrevia que o seu corpo era um abrigo possível para o teu, ao tempo em que um músculo fibroso se congestionava enrubescido de raiva e vergonha, se exorbitava numa prisão de veias apertadas. É uma imagem bués de fixe!!! FIXE!! uoohhh!!!
Afixado por: André em janeiro 27, 2004 09:50 PMAndré:
o teu estilo é inconfundível!
Ainda bem que voltaste. Acredita que estávamos a sentir a tua falta.
Quanto à disponibilidade daquele que falas, entende-a metaforicamente. Aqui fazem-se exercícios de escrita quase até à exaustão. Tal comentário é mais uma etapa nesse processo. Processo que é extremamente estimulante, rico e muito exigente psicológicamente. Será, pois, como consequência do esforço psicológico que o corpo poderá vir a precisar de um amparo. De um outro corpo para repousar. E ele está lá. Para tudo oferecer. Para tudo lhe podermos também dar.
Quanto à questão do caminho, do rumo, do percurso: teremos que ter uma razoável capacidade de orientação mental + emocional para não embatermos contra nenhum poste. Para não sairmos abrupta e violentamente da estrada.
O excesso de racionalidade pode ser castrante.
O emotividade mal conduzida pode ser desnorteadora. Há, pois, que saber encontrar equilíbrios.
Fundamental: os equilíbrios para nós terão tal reflexo nos outros? Considerarão eles que o nosso sentido de equilíbrio é-o, de facto, naquele que é o entrecruzar que consigo estabelecemos?
Estavam a sentir a minha falta? Fico tão contente. Então aconselho que vejam o aturado comentário que fiz à peça escrita pelo Fernando Pinto e pela Void, no blogue dele. Claro que não tenho muita acuidade psicológica para perceber essas coisas, eu fico-me pelos entendimentos mais simples :)
Afixado por: André em janeiro 27, 2004 10:27 PMNão sei se "entendimentos simples" será a expressão mais correcta. Ora deixa cá pensar...
Afixado por: Sandra em janeiro 27, 2004 10:48 PMnão penses e vai simplesmente... as vezes pensar demasiado impede-nos de seguir o instinto q temos...
Afixado por: Sagrath em janeiro 28, 2004 03:50 AMSorrio.
Afixado por: em janeiro 28, 2004 11:10 AMhaverá sempre um abismo nas almas que vagam por ai, creio que teus olhos estão secos e que a loucura está dentro de cada um